sábado, 27 de agosto de 2011

Aniversário de 1 ano do Blog Medalhas de Guerra

С Днем Рождения


Dia 11 de Agosto, comemorou-se 1 ano do blog Medalhas de Guerra no ar. Agradeço a todos que escreveram comentários e emails. Obrigado por fazer do blog um sucesso. Temos vários anos pela frente com muito mais novidades. Obrigado a todos!!!

terça-feira, 23 de agosto de 2011

"PUC" Citação Presidencial para Unidade - EUA 2ª Guerra

Army Presidential Unit Citation

A citação da unidade presidencial, originalmente chamada de Distinguished Unit Citation é concedido às unidades das Forças Armadas dos Estados Unidos e aliados por heroísmo extraordinário em ação contra um inimigo armado, em ou após 07 dezembro de 1941 (data do ataque a Pearl Harbor e o início do entrada do EUA na Segunda Guerra Mundial ). A unidade deve mostrar valentia, determinação e espírito de corpo no cumprimento de sua missão em condições extremamente difíceis e perigosas de modo a ajustá-lo à acima de outras unidades que participam na mesma campanha.

Desde a sua criação por portaria de 26 de fevereiro de 1942, retroativo a 7 de dezembro de 1941, para 2008, a Citação Presidencial de Unidade foi premiado em conflitos como a Segunda Guerra Mundial, a Guerra Fria , Guerra da Coréia, da Guerra do Vietnã, Guerra do Iraque, no Afeganistão Guerra, etc.

O grau de heroísmo necessário é a mesma que teria para a adjudicação da Cruz de Serviços Distintos, Cruz da Força Aérea ou Cruz da Marinha a um indivíduo. Em alguns casos, um ou mais indivíduos dentro da unidade pode também ter sido concedido reconhecimentos pessoais por sua contribuição para as ações para que a sua unidade inteira foi premiado com uma Menção Presidencial de Unidade.
Esta é uma das condecorações que só existem na forma de Ribbon bar e não na forma de medalha. Caso a Unidade condecorada fosse novamente condecorada, folhas de carvalho eram adicionadas ao ribbon bar.



PUC em um uniforme de Oficial da Força Aérea

 Conjunto com as 2 versões de PUC:
PUC, PUC com 2 Folhas de Carvalho, periodo da Segunda Guerra Mundial

A PUC também foi atribuida ao Esquadrão de Caça Brasileiro na Segunda Guerra mundial, o Senta a Púa.

Alguns dos trechos da Proposta de Citação Presidencial de Unidade enviado pelo Comandante do 350th Fighter Group, Coronel-aviador Ariel Nielsen, ao XXII Comando Aerotático, resumem fielmente as atividades do Grupo de Caça nesta fase da guerra:

"Proponho-vos seja o 1º Grupo de Caça Brasileiro citado pelos relevantes feitos realizados no conflito armado contra o inimigo, no dia 22 de abril de 1945.
Este Grupo entrou em combate numa época em que era máxima a oposição da antiaérea aos çaça-bombardeiros. Suas perdas têm sido constantes e pesadas e têm tido poucas substituições. À medida que se tornaram menos numerosos cada um passou a voar mais, expondo-se com maior freqüência. Mesmo assim, em várias ocasiões, tive que refreá-los quando queriam continuar voando, porque considerei que já haviam ultrapassado o limite de resistência.
A perícia e a coragem demonstradas nada deixam a desejar. chamo-vos a atenção para a esplêndida exibição do seu excelente trabalho contra todas as formas de interdição e coordenação de alvos.
Em minha opinião, seus ataques na região de San Benedetto, no dia 22 de abril de 1945, ajudaram a preparar o caminho para a cabeça de ponte estabelecida pelos Aliados, no dia seguinte, na mesma região. A fim de completar isso, o 1º Grupo de Caça Brasileiro, em seus feitos, excedeu os de todos os outros Grupos e sofreu sérias perdas.
Acredito estar refletindo o sentimento de todos os que conheceram o trabalho do 1º Grupo de Caça Brasileiro, ao recomendar que eles recebam a Citação Presidencial de Unidade (PUC - Presidential Unit Citation). Tal citação é, não só meritória, mas tornar-se-ia carinhosa à lembrança dos brasileiros, na comemoração dos esforços que foram desenvolvidos neste Teatro de Operações."

A condecoração acabou não sendo oficializada após a guerra, pois este tipo de comenda somente era atribuído a unidades americanas e de tamanho superior ao do Grupo de Caça. Esta grande injustiça só seria reparada 41 anos após o final da 2ª Guerra Mundial. No dia 22 de abril de 1986, por determinação do então Presidente dos EUA, Ronald Reagan, o 1º Grupo de Aviação de Caça recebeu, durante as comemorações do "Dia da Aviação de Caça", realizadas anualmente na Base Aérea de Santa Cruz, a merecida Citação Presidencial Americana. Somente uma unidade inglesa que lutou durante a Batalha da Inglaterra detém, juntamente com o Grupo de Caça, a honra de possuir tal distinção. Infelizmente, por motivos até hoje desconhecidos, os integrantes do 1º Grupo de Aviação de Caça estiveram proibidos de usar tão importante condecoração. Esta proibição incluiu também o estandarte da unidade. Felizmente, esta proibição foi cancelada, e atualmente o Grupo de Caça e seus integrantes ostentam, com orgulho, a merecida comenda.
Fonte do trecho de texto: Carlos Daróz
http://darozhistoriamilitar.blogspot.com/

quarta-feira, 17 de agosto de 2011

Medalha de Serviço de Allentown e Lehigh County (Pensilvânia) EUA - 1ª Guerra

Service Medal Allentown e Lehigh County (Pennsylvania) 

Medalha de Serviço criada para os veteranos da Primeira Guerra Mundial, que vivia na Cidades De Allentown e Lehigh. Modelo único:  (Grammes LF & Sons, fabricante de Allentown, Pensilvânia).


quarta-feira, 10 de agosto de 2011

Cruz de Guerra 1914- 1918 - Bélgica 1ª Guerra

Croix de Guerre 1914- 1918 

Instituiu 25 de outubro de 1915 para premiar atos de bravura em face do inimigo, ele também poderia ser concedida por tempo de serviço na frente. Com Palmas em prata, bronze e prata dourada e emblemas de leões fita foram concedidos para várias categorias de Menção em Despachos em uma forma similar ao francês Croix de Guerre . Vários decretos depois modificado (ampliado) os critérios de adjudicação para incluir aqueles morreram em combate, feridos, fugitivos (prisioneiros), voluntários determinados etc .

É uma cruz de bronze com uma fita pode ser decorado com insígnias diferentes:
  • Um leão de bronze pequeno para citar a Ordem do regimento, em prata para citar a Ordem da Brigada, dourada para citar a Ordem da Divisão. 
  • A Monogram palma bronze Uma citação para a Ordem do Exército. 5 palmas são substituídos por uma palma de prateada, cinco de prata e uma palma de prata dourada. 
  • Um grampo esmalte preto para as mães de soldados belgas que morreram pela Pátria. 
  • Há muitas variações de fabricação, bem como modelos de luxo em metais preciosos (prata, ouro ).

A medalha: Uma cruz de bronze suspenso por uma coroa giratória, espadas cruzadas são posicionados entre os braços da cruz, muito similar ao modelo Francês.

O medalhão central anverso mostra o leão belga .
O medalhão reverter com monograma "A" Rei Albert.

Cruz de Guerra belga com palma "A"
uma citação de Ordem de Exercito




domingo, 7 de agosto de 2011

Condecorações da Força Expedicionária Brasileira 1942-1945



Display da FEB

  • Cruz de Combate 2ª Classe
  • Sangue do Brasil
  • Medalha de Campanha da FEB
  • Medalha de Guerra
  • Insignia de Infantaria
  • Distintivo da FEB (veteranos)

sábado, 6 de agosto de 2011

Transcrição do Decreto Presidencial da Criação da Medalha da Vitória Brasileira - 1ª Guerra

DECRETO N. 16.074 - DE 22 DE JUNHO DE 1923

Cria-se a medalha comemorativa inter-aliada, chamada « Medalha da Vitoria »

O Presidente da Republica dos Estados Unidos do Brasil, considerando que em 24 de janeiro de 1919 a Conferencia da Paz aprovou a proposta do marechal Foch, para que todos os Combatentes da Grande guerra recebessem uma mesma medalha comemorativa que, usada por eles em todas as partes do Mundo, deverá manter os sentimentos de eterna camaradagem que fizerem, sobre o campo de batalha, a força dos exércitos, e assegurar pela recordação, durante a paz, a grandeza das nações aliadas; considerando que uma comissão inter-aliada estabeleceu mais tarde, que essa medalha seria chamada «Medalha da Victoria», e que as regras para a sua concessão deviam ser tais que evitassem a sua confusão com qualquer outra medalha comemorativa, resolve, por proposta do ministério da Marinha, e em harmonia com os princípios básicos estabelecidos por aquela comissão, decretar o seguinte:

Art. 1º E' criada uma medalha comemorativa inter-aliada, chamada « Medalha da Vitoria ».

Art. 2º Essa medalha será de bronze fosco, redonda, com 0m,036 de diâmetro, 0m,004 de espessura, e contornada com duas palmas, tendo ao centro da face anterior a figura simbólica da Victoria, de pé e de frente, sobre um fundo liso e sem qualquer inscrição ou data. Na face posterior terá o escudo nacional, contornado pelos escudos das nações aliadas e associadas, tudo circundado pela inscrição, « Grande guerra pela civilização ».

Art. 3º A medalha será suspensa de uma fita, igual todos os países aliados e associados, cujas cores serão as de dois arco-íris justapostos pelo lado vermelho, com um fio branco em cada bordo. Essa fita terá 0m,036 de largura e 0m,040 de comprimento.

Art. 4º Terão direito á « Medalha da Vitoria » todos os militares ou civis que tenham sido empregados em efetivo serviço de guerra pelo espaço mínimo de três meses, segundo o adiante estabelecido:

1º os oficiais, suboficiais, inferiores e praças da Marinha Nacional, inclusive taifeiros e contratadas, que serviram na divisão naval em operações de guerra em qualquer tempo compreendido entre a partida de suas unidades da ilha de Fernando de Noronha em 1 de agosto de 1918 e seu regresso á mesma ilha em 19 de maio de 1949;

2º, os oficiais e inferiores do Exercito Nacional que, sendo incorporados ao Exercito Francês em virtude do art. 2º do decreto n. 3.427, de 27 de dezembro de 1917, com ele combateram;

3º, os oficiais da Marinha que, nomeados pelos avisos do Ministério da Marinha ns. 140, 141, 142, 143 e 144, de 8 de janeiro de 1918, 386, 387, 388 e 389, de 22 de janeiro de 1918, para praticarem ou estudarem aviação na Inglaterra, ali foram empregados efetivamente em serviço de patrulhamento de costas;

4º, os oficiais da Marinha, nomeados pelos avisos do Ministério da Marinha ns. 1.233, de 29 de março de 1917, 3.447, de 18 de setembro de 1917, e 4.747, de 12 de dezembro de 1917, para servirem na Marinha dos Estados Unidos da America do Norte, que, em navios de guerra desta Nação, fizeram parte das forças norte-americanas em serviços de guerra;

5º, os civis brasileiros que se alistaram e combateram em exércitos ou marinhas aliados;

6º, os adidos militares e navais brasileiros junto á Inglaterra, França, Itália e Estados Unidos da America do Norte, que tenham servido nesses lugares depois de 26 de outubro de 1917 até a data do armistício;

7º, os membros das missões militares organizadas pelos avisos ns. 4.680, de 7 de dezembro de 1917 e 4.735, de 11 de dezembro de 1917, do Ministério da Marinha e aviso numero 428, de 18 de maio de 1917, do Ministério da Guerra, que tenham servido nessas comissões em qualquer tempo, entre as datas da nomeação e do armistício;

8º, os membros brasileiros da missão medica organizada pelo decreto n. 13.092, de 10 de julho de 1918, que tenham servido em hospitais destinados ás vítimas da guerra ou em trabalhos de administração a eles referentes, na França, Itália , Inglaterra e Bélgica;

9º, os militares da Armada ou do Exercito Nacional que receberam a Cruz de Campanha de 1914 a 1919, a que se refere o decreto n. 15.600, de 11 de agosto de 1922, e os que cooperaram em efetivo serviço de guerra.

Art. 5º Não terão direito á * Medalha da Vitoria », com quanto incluídos no artigo quarto, os desertores, os condenados e os excluídos do Exercito e da Armada, por sentença ou medida disciplinar.

Art. 6º As repartições competentes dos Ministérios da Guerra e da Marinha organizarão, desde já, relações que compreendam todos os militares, atualmente vivos, em condições de receberem a * Medalha de Vitoria ", segundo o disposto neste decreto, bem como todos os civis, nas mesmas condições, que desses ministérios tenham dependido ao tempo dos serviços prestados ou que neles tenham assentamentos. As listas mencionarão, para cada um dos militares neles incluídos, o posto atual e o que tinha ao fim dos serviços prestados.

Art. 7º Os militares que não estejam compreendidos nas relações de que trata o art. 6º, ou os civis a cujo respeito não existam assentamentos oficiais, requererão ao Ministério da Guerra ou da Marinha, conforme o caso, a concessão da * Medalha da Vitoria " ; juntando documentos que provem o seu direito.

Art. 8º Organizadas as relações de que trata o art. 6º, ou estabelecidos os direitos dos requerentes, segundo a art. 7º, serão lavrados os decretos de concessão da medalha e expedidos aos interessados os diplomas e medalhas, sendo Aqueles assinados nos Ministérios da Guerra e da Marinha, respectivamente, pelos chefes do Departamento Central e da Inspetoria de Marinha.

Art. 9º A * Medalha da Vitoria" será usada no peito esquerdo, como se segue:

1º, pelos militares, de acordos com o respectivo regulamento de uniformes;

2º, nos uniformes em que, pelos regulamentos respectivos, se devem usar as fitas das medalhas ou condecorações dobradas sobre uma barreta, em vez delas próprias, será também usada a fita da * Medalha da Vitoria " dobrada sobre uma barreta;

3º, os civis e, bem assim, os militares, em trajes civis, usarão a medalha sobre o peito esquerdo.

Art. 10. Os civis e, bem assim, os militares em trajes civis poderão usar a fita do distintivo dobrada sobre uma barreta, como consta do art. 9º, alínea 3ª, com a da fita estreita com as cores próprias, coladas na lapela ou, ainda, no peito, uma redução da medalha, com 0m,015, de diâmetro, suspensa de corrente ou alfinete próprio.

Art. 11. Revogam-se as disposições em contrario.

Rio de Janeiro, 22 de junho de 1923, 102º da Independência e 35º da Republica.

ARTHUR DA SILVA BERNARDES.

Alexandrino Faria de Alencar.

Fernando Setembrino de Carvalho.



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