sexta-feira, 29 de maio de 2015

Batalha de Montese: 70 anos da histórica atuação brasileira em um dos mais sangrentos combates da II Guerra

Brasília, 14/04/2015 – Há 70 anos, durante a II Guerra Mundial, o Brasil deu um importante passo que marcaria para sempre a história de suas Forças Armadas. No dia 14 de abril de 1945, teve início um dos mais árduos combates travados pelos brasileiros contra os nazistas na Itália: a Batalha de Montese, na qual a atuação de tropas brasileiras foi considerada essencial para retomada da Itália e posterior vitória dos aliados contra as tropas alemãs.

Reprodução FEB
Tomada de Montese
Tomada de Montese
Depois de entrar oficialmente na Guerra, graças aos ataques de submarinos alemães a navios brasileiros, o Brasil passou a preparar seus militares para o combate.  O adestramento da Força Expedicionária Brasileira (FEB) ocorreu inicialmente na Vila Militar, no Rio de Janeiro, e seguiu com a chegada do 1º Escalão à Itália, em 16 de julho de 1944.
Além do terreno complicado e do clima extremamente frio, os soldados brasileiros tiveram que se adaptar ainda a novos armamentos, equipamentos e uniformes, bem diferentes dos que estavam acostumados a manusear no Brasil. Após uma intensiva preparação em território europeu, os chamados pracinhas já estavam aclimatados e adaptados ao ambiente operacional.
As tropas aliadas avançavam, desde o início do ano de 1945, contra os inimigos na Itália, mas, para conquistar o norte, era preciso dominar a região estratégica de Montese. “A posse de Montese era decisiva para a vitória final, pois, determinaria a evolução do cenário e o prosseguimento da Guerra na Itália”, explica o general Gerson Menandro, chefe de Assuntos Estratégicos do Ministério da Defesa (MD) e especialista no tema.
Segundo o general, para retomar a região, a missão dos brasileiros foi dividida em duas fases: uma com o lançamento de fortes patrulhas destinadas a capturar a primeira linha de alturas de posse do inimigo, e outra de ataque, precedida de intensa preparação de artilharia, apoio de blindados e cortina de fumaça.
De acordo com o general da reserva do Exército, Luiz Eduardo Rocha Paiva, a Vila de Montese foi a parte mais significativa da ação brasileira. "O ataque começou às 9h35, do dia 14 de abril de 1945, feito pelo 11º Regimento de Infantaria de São João Del Rei, e se prolongou até as 15 horas.  Para ele, a conquista de Montese é significativa porque rompeu as linhas inimigas “Gótica” e “Gengis Khan”, permitindo que os aliados cercassem 148ª Divisão e aprisionando cerca de 21 mil homens.


Apesar da vitória, a Batalha de Montese foi uma das mais sangrentas da história das Forças Armadas, com mais de quatrocentas baixas (mortos e feridos). A topografia favorecia o defensor alemão, que ocupava posição dominante no terreno. Outro fator relevante foi a forte resistência alemã, por causa da importância estratégica da área. Eles reagiram minando campos, e por contra-ataques com blindados, bombardeios e morteiros. “O Brasil lutou contra a maior máquina de guerra que era o Exército alemão”, explica o professor Thiago Tremonte de Lemos, que ministra História Contemporânea na Universidade de Brasília.

A repercussão da vitória
O professor - cuja especialidade é a instrução militar do Exército Brasileiro - destaca como a derrota alemã em solo italiano foi importante. “Ao final da guerra, o Brasil adquire um novo conhecimento em doutrina militar e isso foi fundamental para as nossas Forças Armadas".
A vitória em Montese, e a consequente retomada da região do rio Panaro, foi fundamental para que os aliados conseguissem vencer a Guerra. Por isso, a atuação dos pracinhas brasileiros foi enaltecida pelos comandantes aliados.


“A posse de Montese era decisiva para a vitória final", explica o general Gerson Menandro, do MD.
“A posse de Montese era decisiva para a vitória final", explica o general Gerson Menandro, do MD.
Foto: Jorge Cardoso


General Luiz Eduardo Rocha Paiva: "a Vila de Montese foi a parte mais significativa da ação brasileira".

Foto: PH Freitas
General Luiz Eduardo Rocha Paiva: "a Vila de Montese foi a parte mais significativa da ação brasileira".
O general Crittenberger, comandante do IV Corpo-de-Exército Norte-Americano, entusiasmado com a atuação brasileira, chegou a declarar: “na jornada de ontem, 14 de abril, só os brasileiros mereceram as minhas irrestritas congratulações; com o brilho do seu feito e seu espírito ofensivo, a Divisão Brasileira está em condições de ensinar às outras como se conquista uma cidade.”
Após a atuação na II Guerra, com destaque para a violenta Batalha de Montese, o Brasil passou a ter outra visão com relação ao preparo de suas tropas. “As Forças Armadas tiveram como ensinamento que devemos manter nossas Forças Armadas fortes, bem preparadas e equipadas, atentas aos avanços tecnológicos do mundo na área de Defesa”, afirma o general Menandro.
Assessoria de Comunicação
Ministério da Defesa
61 3312-4071


segunda-feira, 11 de maio de 2015

De Tous Les Gaulois, Les Plus Braves Sony Les Belges

Antiga medalha de bronze prateada criada por Theunis P. em 1914 para exaltar o patriotismo dos Belgas que tiveram seu pais invadido pelo império Alemão.

assinado' ED '(provavelmente EJ De Bremaecker);  A origem e o propósito da medalha são incertos e não documentada, tanto quanto temos sido incapazes de determinar. As cidades são, no leste, centro e oeste da Bélgica e não adjacente; o que eles têm em comum era extraordinária resistência ao avanço alemão de 1914, os fortes de Liege resistir a um cerco esmagadora de 5 a 16 de agosto, o forte de Waelhem sendo reduzida a escombros antes de se render e Nieuport (Nieupoort) travar o avanço alemão e permanecendo em mãos belgas durante a guerra. A citação de gaulesas guerras de César passa a afirmar uma das principais razões para a bravura dos belgas como sua "proximidade com os alemães, com quem eles estão constantemente em guerra".


Liege - Waelhem - Nieuport 1914. Sob o Leão Belga  abaixo uma bandeira destruída
no Verso a efinge de Julio Cesar

De Tous Les Gaulois, Les Plus Braves Sony Les Belges. Julius cesar"
De todos os gauleses, os mais bravos são os Belgas, Julius cesar 

sexta-feira, 8 de maio de 2015

"Foi a guerra dos caipiras e caboclos", diz ex-soldado da 2ª Guerra Mundial

Victorio Nalesso, de 92 anos, esteve em combate na Itália por oito meses.Morador de Itapetininga (SP) relembra os 70 anos do fim da batalha.
Caio Gomes Silveira Do G1 Itapetininga e Região
Victório Nalesso foi só mais um dos 'caipiras' que lutaram na 2ª Guerra (Foto: Caio Gomes Silveira/ G1)Victório Nalesso foi só mais um dos 'caipiras' que lutaram na 2ª Guerra (Foto: Caio Gomes Silveira/ G1)
 
 
O ex-soldado da Força Expedicionária Brasileira (FEB) Victório Nalesso, de 92 anos, esteve de 1944 a 1945 na Itália em combate durante a 2ª Guerra Mundial. Nesta sexta-feira (8), data em que se completam 70 anos do fim da batalha, Nalesso relembra o período e comenta: “Foi a guerra dos caipiras e cablocos, mas todos corajosos. A maioria vivia nas roças, longe das cidades que não eram tão grandes como hoje. Gente de todo interior de São Paulo, Paraná, Rio Grande do Sul”, afirma o morador de Itapetininga (SP).
 
Ex-soldado escreveu livro contando histórias vividas na guerra (Foto: Caio Gomes Silveira/ G1)
Ex-soldado escreveu livro contando histórias
vividas na guerra (Foto: Caio Gomes Silveira/ G1)

 
O “caipira” que nasceu e sempre viveu na cidade, que hoje tem 155 mil habitantes, conta que mal esperava a hora de voltar para casa, um sítio na zona rural. Assim como ele, muitos dos combatentes também queriam retomar a vida simples do interior. “Sempre tinha alguém com uma sanfona ou uma viola para animar, cantando músicas da nossa terra.”
Nalesso foi convocado a participar da viagem ao continente europeu aos 21 anos junto com um amigo e um primo da cidade. Sem nenhuma experiência militar, o trio primeiro passou por treinamentos por dois meses no Rio de Janeiro. Em 22 de setembro de 1944, Nalesso partiu rumo à Itália em um navio junto com outros 5 mil combatentes de várias regiões do país. Eles chegaram após 15 dias viajando pelo Atlântico.
Desembarcaram em Livorno no norte do país, onde se agruparam com a base da FEB junto com outros 10 mil brasileiros. Logo após 12 dias, saiu rumo à primeira missão junto com sua equipe e teve sua primeira experiência de guerra.
 
Victório Nalesso, ex-soldado da 2ª Guerra
“Andávamos por uma estrada de terra no meio da madrugada.O objetivo era chegar a outro ponto de brasileiros. Cada homem andava separado a alguns metros de outro, isso porque se jogassem uma bomba na estrada, iria pegar uma pessoa só. Uma granada acertou o chão a alguns metros de mim. O impacto no ar fez com que eu fosse jogado ao chão e desmaiasse. Como era o último da fila, o resto da equipe seguiu. Acordei minutos depois, sozinho no escuro na mata. Voltei à base onde fui orientado a me encontrar com outro grupo. No meio do caminho entrei em um túnel. Lá dentro, encontrei cerca de 20 brasileiros sentados no chão e apoiados na parede. Fui puxando conversa com eles até perceber que não respondiam. Quando mexi, vi que estavam todos mortos. Foi meu primeiro contato com a morte na guerra, algo que me deixou abalado”, descreve.
 
Veterano mantém espaço dentro de casa para acervo histórico (Foto: Caio Gomes Silveira/ G1)
Veterano mantém espaço dentro de casa para
acervo histórico (Foto: Caio Gomes Silveira/ G1)

 
Diversos quadros exibem diplomas e certificados da guerra (Foto: Caio Gomes Silveira/ G1)
Diversos quadros exibem diplomas e certificados
da guerra (Foto: Caio Gomes Silveira/ G1)
 
 
Mas haveria ainda muito contato com a morte durante o período. Houve mortes de brasileiros e de aliados, além dos alemães. A batalha mais sangrenta de qual participou foi em Montese, a partir de 14 de abril de 1945. “Em três dias de guerra calcularam centenas de mortes. Atuava repondo munição de uma metralhadora ponto trinta junto com outro soldado. Lá, cada um tinha uma função. Um atirava, outro usava a bazuca. Precisávamos ter cuidado, sempre se arrastando ao chão. Ninguém saía correndo em campo aberto, arriscando a vida.”
Do período não guardou só as lembranças ruins, mas algumas boas como os momentos de cantoria e as amizades. Em sua casa mantém um espaço com objetos, livros e revistas sobre a Segunda Guerra Mundial. “Em uma rendição de inimigos, eu guardei comigo um cantil de um sargento alemão chamado Kroger, feito prisioneiro. Guardei também munições, um capacete e minha marmita, além de diversos arquivos. Anos depois no Brasil, depois de me aposentar, resolvi escrever um livro sobre minhas histórias, minha experiência nesse momento importante da história”, ressalta Nalesso.
Durante os oito meses em que ficou no país, o ex-soldado calcula que tenha andado mais de 400 quilômetros, atravessando o norte da Itália até a cidade de Alessandria. Quando estava lá, foi declarado o fim da guerra na Itália, em 2 de maio, e a rendição da Alemanha, em 8 de maio. “Não acreditávamos que tudo tinha acabado, que iríamos embora. Festejamos, fizemos passeata, a alegria era muita. Voltei ao Brasil com várias medalhas, sem nenhum arranhão, a vida inteira pela frente e uma noiva: a irmã do meu amigo que foi à guerra comigo”, finaliza.
Victório Nalesso tem três filhos e foi casado por 67 anos com Lucinda Nunes Nalesso, até ficar viuvo em 2013. O livro que escreveu chamado "Diário de um Combatente" foi publicado em 2005.
 

Victório também tem fotos que registraram momentos na Itália (Foto: Caio Gomes Silveira/ G1)Victório também tem fotos que registraram momentos na Itália (Foto: Caio Gomes Silveira/ G1)
 
 
Balas de metralhadora, fuzil, cantil alemão e revistas são algumas das relíquias (Foto: Caio Gomes Silveira/ G1)Balas de metralhadora e fuzil, cantil alemão e revistas são algumas relíquias (Foto: Caio Gomes Silveira/ G1)
Nalesso exibe com orgulho medalhas conquistadas no combate (Foto: Caio Gomes Silveira/ G1)Nalesso exibe com orgulho medalhas conquistadas no combate
(Foto: Caio Gomes Silveira/ G1)

quinta-feira, 7 de maio de 2015

"EUA queriam que Brasil participasse da ocupação"

Historiador americano Frank McCann afirma que, após fim da Segunda Guerra, Aliados pediram presença brasileira na Áustria. Convite, porém, não teria sequer chegado a Getúlio e acabou discutido apenas a nível militar. 




No fim da Segunda Guerra Mundial, o Brasil foi convidado por Estados Unidos e Reino Unido para participar da ocupação da Áustria. Essa eventual participação, afirma o historiador americano Frank McCann, poderia ter mudando a posição geopolítica brasileira no mundo
Em entrevista à DW, McCann diz que os motivos que levaram à recusa do convite ainda são uma incógnita. Baseado em suas pesquisas, porém, ele aposta que a proposta sequer chegou a Getúlio Vargas e acabou discutida apenas a nível militar.
"Havia 10 mil homens brasileiros que não lutaram, que não estavam exaustos e poderiam ter sido colocados em caminhões e levados para a Áustria, que não é muito longe. Eu diria que eles tinham capacidade de participar da ocupação e tinham homens para isso", frisa.
DW Brasil:Qual foi o peso da participação da FEB na Segunda Guerra Mundial?
Frank McCann: O Brasil tinha uma divisão pequena na guerra, com 25 mil pracinhas, pouco em comparação com outros países. Mas foi muito importante, por ter sido a primeira vez que o Brasil esteve envolvido em uma guerra fora do seu território. Isso mudou sua posição no mundo e também entre os Aliados. Além disso, foi muito importante para o país em termos de orgulho.
Em sua pesquisa, você afirma que os americanos convidaram o Brasil para participar da ocupação da Áustria. Como esse convite foi feito?
Eu pesquisei em arquivos americanos e encontrei pouca coisa sobre isso, quase nada. O que temos são os testemunhos de pessoas que estavam na Itália, diplomatas brasileiros e também de militares americanos e britânicos, que em cartas falavam sobre esse convite.
Por que foi feito o convite?
Os americanos e britânicos precisavam de tropas, era uma questão de números. Na época dessa conversa, a guerra já tinha acabado na Europa, mas ela ainda não tinha acabado no Pacífico. As tropas americanas na Itália foram enviadas ao Pacífico. Os americanos e britânicos estavam preocupados em ter tropas suficientes lutando nessa região, e a ideia de enviar homens para ocupar a Áustria não parecia muito lógica. Porém, eles precisavam de outros que pudessem fazê-lo, e o Brasil estava lá e tinha tropas, fazia sentido perguntar.

E qual foi a reação dos brasileiros ao convite?
McCann pesquisou sobre a atuação da FEB

Imediatamente o Brasil, na pessoa do tenente-coronel Castelo Branco, que era o chefe da seção de operações da FEB na Itália, se opôs ao convite. E, aparentemente, Mascarenhas de Morais [comandante da FEB na Segunda Guerra] também se opôs. Eu vi uma carta que ele escreveu a Dutra na qual fala que as tropas brasileiras não estavam equipadas de maneira apropriada para participar da ação. Na verdade, isso foi muito estanho.
Por quê?
A decisão não é uma questão militar, mas sim política. Deveria ter sido uma decisão política, mas eu não sei se o convite chegou a ser debatido politicamente. Eu não encontrei nada nos arquivos de Getúlio Vargas indicando que ele foi consultado sobre o tema. Não foi uma decisão do governo, isso implicaria que os ministros e o presidente tivessem sido envolvidos. Foi uma decisão militar.
Há indicações dos motivos que levaram os militares a rejeitar a ocupação?
Parece que a decisão foi fortemente influenciada pelo que Mascarenhas estava pensando. Mas eu não posso afirmar por que isso ocorreu. No entanto, é possível que Mascarenhas e sua equipe estivessem exaustos, eles fizeram tudo que podiam fazer e talvez isso tenha sido tudo que podiam fazer.
Mas os oficiais americanos queriam que eles participassem da ocupação. E isso era uma coisa diferente do que a FEB estava fazendo. Parece que o Mascarenhas acreditava que suas tropas não tinham sido apropriadamente treinadas para uma ocupação.
Com base nas suas pesquisas, você acredita que o Brasil tinha condições de participar da ocupação na época?
Não posso dizer com certeza, mas a FEB tinha 25 mil pracinhas na Itália em 1945, sendo que 15 mil participaram de batalhas e outros 10 mil ficaram apenas em treinamento. Havia 10 mil homens que não lutaram, que não estavam exaustos e poderiam ter sido colocados em caminhões e levados para a Áustria, que não é muito longe. Eu diria que eles tinham capacidade de participar da ocupação e tinham homens para isso.
A recusa de ocupar a Áustria foi uma decisão acertada dos militares?
Politicamente essa não foi uma decisão boa, porque isso teria mudado o status do país. O Brasil de aliado passaria a fazer parte das forças de ocupação. Em uma conversa que li, Castelo Branco diz a um oficial americano que eles não eram parte do Conselho de Controle Aliado [EUA, Reino Unido, URSS e França]e por isso não deveriam participar da ocupação. Eu não entendo essa lógica, mas eu não sei o que ele estava pensando, e se ele realmente pensava assim ou se apenas seguiu Mascarenhas.
Quais foram as consequências dessa decisão para o Brasil?
Não sabemos o que poderia ter acontecido, mas eu acho que poderia ter aumentado o prestígio brasileiro. Poderia ter mudando a discussão sobre uma cadeira permanente para o Brasil no Conselho de Segurança da ONU. Talvez eu esteja indo longe demais, mas certamente teria aumentado o prestígio brasileiro e poderia ter sido suficiente para o país ganhar a cadeira no Conselho. Mas isso poderia ser difícil, porque os britânicos e os soviéticos se opuseram à presença brasileira no Conselho.
Quais outras áreas teriam se desenvolvido de outra forma se o Brasil tivesse tomado uma decisão diferente?
Provavelmente teria mudando a relação brasileira com a União Soviética. Eles teriam mais contato direto com as tropas russas, pois a Áustria fazia fronteiras com regiões ocupadas pelos soviéticos. Então a natureza das relações entre soviéticos e brasileiros seria diferente, mas, de que forma, eu não sei dizer.


Fonte: http://www.dw.de/eua-queriam-que-brasil-participasse-da-ocupa%C3%A7%C3%A3o/a-18421978

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